A Associação Crítica Autonomia Cidadã nasceu da vontade de reinventar novos horizontes coletivos de futuro.
O eterno presente em que nos encontramos encurrala as nossas vidas e a própria imaginação. Entre os vaticínios do fim da História e do fim do Mundo, há uma esperança que brota da terra queimada e se propõe a não deixar tudo como está. Ensaiamos uma oficina onde se transforma a matéria do desalento em revolta e esperança.
A extrema-direita cresce em todo o mundo, alavancada em redes digitais onde se disseminam campanhas de mentira e de desinformação. Com ela cresce também a ameaça à democracia, à liberdade e aos direitos humanos.
Portugal já não é uma exceção no panorama europeu. Confronta-se hoje com projetos políticos que subordinam os direitos sociais, laborais e individuais à agenda do mercado, que negam as alterações climáticas e que atentam abertamente contra os direitos das mulheres, das pessoas racializadas, dos migrantes, das pessoas LGBTQIA+ ou dos mais pobres da sociedade.
A Associação Crítica Autonomia Cidadã surge com o objetivo de defender e promover a democracia, a liberdade e os direitos humanos. Surge para mobilizar a iniciativa e a participação cidadã na construção de uma sociedade justa e de plenos direitos. Surge para resgatar o nosso futuro coletivo da ameaça que sobre ele impende.
Como o fazemos? Incentivando o ativismo digital; recolhendo, tratando e disseminando dados que combatam as redes de mentiras e de manipulação de opinião; promovendo o debate e a formação em crítica social, económica e política; desenvolvendo uma linha editorial de referência nacional.
O nosso compromisso é claro: construir um país e um futuro livres de discriminação, onde os valores da liberdade, justiça e igualdade imperem, seja a nível social, económico ou político.